I, sometimes, start writing and I don’t know where I’m going with it. I just need to pull it off of my chest: the way you’re so magnetic, the way your thoughts seem to sum up mine. The way your eyes are somewhat acid but still kind. The way I’m unvelievably attracted to you.

Some people are thrown in the hell, not because they’ve sinned but because the heaven is full.

— Can I be honest?

— Yes.

— No, don’t reply so fast. You may regret it.

It’s not a failure if it’s not the last time you can try.

Open your eyes, look at me. — he said in my dreams; It was the saddest thing.

Ninguém fala se não for para ser compreendido.

Sei de onde vim, sei para onde quero ir, mas não sei onde estou. Não é curioso? (O fato de muitas vezes decidirmos ir a algum lugar, mas sentir que não sabemos como chegar lá). Talvez, só talvez, devêssemos nos perguntar com mais frequência onde estamos, dar mais atenção a esse agora, por vezes angustiante, por vezes satisfatório, que torna tão fácil quanto difícil ir para onde queremos.

Ao vazio, que um dia já foi cheio de algo e/ou ainda será.

[…] Não sei bem explicar esse espaço que anseia por ser preenchido. Não chamaria de vazio pois não é, na verdade, como se algo faltasse. Então, que nome se dá àquilo que ainda não se preencheu, mas que tampouco se encontra vazio? Gostaria de chamar de esperança sem o julgamento de que sou otimista, pois ainda enfrento medos e sou forte em minha cautela, mas gostaria menos ainda de me considerar pessimista já que não há antônimo maior para esperança do que pessimismo. Talvez essa ausência corresponda mais à minha inabilidade de nomear o que sinto, do que ao sentimento em si.

I'm Gabs.

Love, love and love again.

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